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A sala pensada para assistir e jogar

Painel de marcenaria com TV integrada, prateleiras iluminadas e layout organizado para assistir e jogar com conforto e uso real.

Nem toda sala com TV é, de fato, um espaço pensado para uso.


Muitas surgem como soma de compras: uma tela grande, um sofá qualquer, alguns equipamentos espalhados — e a sensação de que algo não funciona direito, mesmo sem saber explicar por quê.


A sala de TV e jogos começa antes da tecnologia.

Ela nasce da leitura do espaço e da rotina: quem usa, em que horários, por quanto tempo, com que nível de concentração ou convivência. Jogar, assistir, pausar, conversar, circular. Tudo isso acontece no mesmo ambiente — e precisa coexistir.


Aqui, a TV não é o centro absoluto.

Ela é um elemento que organiza o layout, mas não define o espaço sozinha. A distância correta, a altura do olhar, o conforto do assento, o controle da luz e do som fazem mais diferença do que o tamanho da tela ou o modelo do equipamento.


Jogos pedem foco. Convívio pede abertura.

Uma boa sala de TV equilibra os dois sem recorrer a cenários temáticos ou soluções que envelhecem rápido demais.


A tecnologia entra de forma silenciosa.

Equipamentos ventilam, cabos não atravessam a sala, o som não invade a casa inteira. A iluminação respeita a tela, mas também permite que o espaço continue sendo vivido fora do momento do jogo ou do filme.


Mais do que um espaço de entretenimento, esta é uma área de uso cotidiano.

Funciona para quem joga, para quem assiste, para quem acompanha de longe — e até para quem só passa por ali.


Porque uma boa sala de TV e jogos não se mede em polegadas, nem em efeitos visuais.

Ela se reconhece quando o espaço responde bem ao uso real, dia após dia.

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Créditos  Imagens Pinterest / Google / Promai .
Em Curadoria de conteúdos as imagens não são autorais. Para conhecer o trabalho autoral da arquiteta acesse o Portfólio

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